segunda-feira, julho 07, 2008

Resposta a Bruno Cardoso Reis

Como foi instigado por mim que o Bruno resolveu voltar, aqui ficam comentários ao seu post, ponto por ponto:
Creio que quando Loff diz que não se deve branquear se refere ao mesmo que há dois anos eu falava em termos de «rever». Claro que na História os conceitos têm de ser discutidos, a questão é se isso é feito em blogs e jornais (mesmo que em textos escritos por historiadores), coisa que habitualmente não se faz. Já a questão de o termo «fascismo» ser um insulto, deve merecer atenção, pois é um significado que não deve ser ignorado em nome de rigor, antes incluído numa análise rigorosa.
Os «activistas», quem são? António José de Brito? Loff chama-lhe fascista, quando ele é, sim, integralista. É um erro de Loff, acho, mas a nota do Bruno também não especifica.
Claro que o fascismo português é problemático, isso já ficou por aqui dito há um par de anos. E claro que tem de ser discutido. Agora, essa do «Salazar prendeu fascistas»... então e a noite das facas longas, faz de Hitler um anti-nazi?
Concordo inteiramente que a referência ao Conde de Tovar não prova nada. Havia vários partidos na diplomacia portuguesa e o germanófilo era muito influente.
Quanto ao resto, fundamentalmente de acordo.

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