quinta-feira, fevereiro 08, 2007

Um “negócio conveniente”

Num dia em que a Grã-Bretanha está coberta por um manto branco como já há muito não se via, em que grande parte dos EUA está com neve por tudo quanto é sítio. Num dia em que em Lisboa o dia acordou com muita chuva, ao fim da manhã e princípio da tarde o sol brilha, mas em que logo à noite regressarão as nuvens, a chuva e terá início mais uma descida significativa de temperaturas neste Inverno que já vai longo, Al Gore, o ex. vice-presidente norte-americano, veio a Portugal falar daquilo que o politicamente correcto por esse mundo fora se pela por ouvir: as alterações climáticas. Olhando para os cerca de 150 mil euros que a personagem cobrou - e para a verdadeira fortuna que tem cobrado desinteressadamente por esse mundo fora - parece-me cada vez mais que a "verdade inconveniente" que dá título ao documentário que recelebrizou o homem, se transformou num "negócio [muito] conveniente" (e não estou só a falar de dinheiro). Já agora pergunto: o cavalheiro fez a viagem rumo à Lusitânia num barco à vela ou em avião a jacto?

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