quinta-feira, junho 19, 2008

Selecções

As estatísticas eram más. Mas o mais importante é, à partida, trabalhar para bater os melhores. Se não der, tentou-se. E tentou-se até ao fim. Isto é uma lição importante para o país - no que se fizer deve ser esse o objectivo -, desde que não se caia no ciclo maníaco/depressivo a que o Carlos alude no poste anterior. Afinal, uma selecção de um país de 10 milhões fez uma selecção de um país de 80 milhões sofrer até ao fim.