terça-feira, abril 15, 2008

Acordo no Quénia?

Será que desta vez o acordo veio para ficar? Tem todas as condições para isso, faltando ainda saber onde acabam e começam as prerrogativas governamentais de cada um dos actores da cena política queniana e do novo governo de coligação.

3 Comments:

Anonymous Anónimo disse...

Isto é muito original: fazem-se eleições, e depois quem ganha essas eleições é obrigado a fazer um acordo com o derrotado. A comunidade internacional e os "democratas" aplaudem, assim é que está bem.

Gostaria de ver se se aplicasse esta lógica ao Zimbabué. O Morgan Tsvangirai era obriado pela comunidade internacional a fazer um acordo com o Robert Mugabe para que este último pudesse continuar no poleiro. Também aplaudiriam?

Luís Lavoura

11:06 da manhã  
Blogger CLeone disse...

No Zimbabwe já está a ser pior... e pior que os aplausos são so silêncios e os «democratas» estilo PCP

2:15 da tarde  
Blogger David Soares disse...

É uma "inovação": o novo Governo proposto terá dois vice-primeiros-ministros. O primeiro, Musalia Mudavi, é do ODM, do contestário Odinga, enquanto o segundo vice proposto é Kenyatta, o “pai” da independência e primeiro chefe de Estado do Quénia.
A crise pós-eleitoral parece-me inevitável. Além disso, espero que mais a sul não apareça um outro foco desestabilizador...

8:43 da tarde  

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