segunda-feira, novembro 26, 2007

Delírios de estilo

O Público tem feito uma cobertura sóbria sobre o desaparecimento da Maddie, mas na edição de hoje os jornalistas que assinam a peça entram em delírio escrevendo tiradas de mau gosto. Vejamos: «Era fácil para quem observasse saber exactamente a melhor altura para entrar no apartamento – no crepúsculo, quando Kate e Gerry se afastassem para jantar e o movimento diminuísse na rua. A oportunidade surgiria, seria fácil aproximar-se, tocar, cheirar a frágil menina loura e de olhos grandes».
Quanto à notícia em si, a reabilitação da hipótese de Maddie ter sido morta por um intruso, não altera em nada a minha opinião sobre o caso. Não perfilho nenhuma «teoria». O que conheço do caso é suficiente para saber que os MacCann foram negligentes e instigaram uma campanha contra a polícia portuguesa repleta de má fé e de acusações sem fundamento. Quanto ao que falta saber, preferia que Maddie estivesse viva e fosse encontrada. Infelizmente, todos os indícios apontam no sentido contrário.

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1 Comments:

Anonymous Personagem de Fricção disse...

Sabe-se que a mãe da criança, no decorrer dos interrogatórios, justificou os vestígios de sangue na sua roupa com o facto de ter estado em contacto com seis cadáveres, no exercício da profissão. Sabe-se que os colegas de profissão vieram depois desmenti-la publicamente. Porque terá ela utilizado esse argumento para se defender, não se sabe. Porque a terão desmentido os colegas, não se sabe. Porque é que o que se passou permanecerá provavelmente um mistério, também não se sabe.

10:21 da tarde  

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