sexta-feira, outubro 13, 2006

"Antifascismo" retroactivo.

Mesmo para um concurso televisivo, não sei o que é ou o que pode ser um “grande português.” Também não sei se Salazar foi um “grande português”. Mas não tenho qualquer dúvida de que para milhões de portugueses, e durante quarenta anos, Salazar foi um “grande político português”, como costuma acontecer com qualquer ditador em qualquer parte do mundo. Também sei há muito tempo que à falta de melhor, e por impedimento biológico, há quem goste de mostrar retroactivamente credenciais “antifascistas”, mesmo que não faça a mínima ideia daquilo que foi, em Portugal e na Europa, o “antifascismo”.

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