sábado, setembro 08, 2007

Dez livros à temperatura ambiente

Em resposta ao desafio de LAS, aqui vai uma lista de dez livros que não mudaram a minha vida, nem sequer me aqueceram ou arrefeceram. Não me fixei em manuais ou livros de leitura obrigatória. Quem acha que a leitura pode ser um acto de resistência a «dirigismos culturais» e se aventura em leituras não recomendadas paga o preço de ler coisas sem interesse. Quem se preocupa em seguir um cânone formal ou informal acaba também por ler textos sem interesse. É a vida…dos leitores.
1.Uma Família Inglesa, de Júlio Dinis. Pelo contrário, As Pupilas do Senhor Reitor causaram um certo impacto.
2. A Palavra, de Irwing Wallace.
3. História de um Idiota Contada por Ele Mesmo, de Félix de Azúa. O título diz tudo.
4. Tratado da União Europeia. Maastricht. 1992. Fui elogiado por ter lido este livro. Devo reconhecer que não mudou a minha vida.
5. O Cavalo-a Tinta-da-China, de Baptista-Bastos.
6. O Rio Triste, de Fernando Namora. É incrível, mas este livro ganhou o grande prémio do Romance APE a Balada da Praia dos Cães, de José Cardoso Pires, e a Memorial do Convento, de José Saramago.
7. O Viúvo, de Fernando da Costa.
8. Egipto-Faraónico. Os escritos perdidos sobre os Negro-Africanos, de A. Dias S. Kanombo. É difícil de acreditar, mas eu escrevi e publiquei uma recensão crítica a este livro.
9. Correspondances (1890-1953), de Auguste e Louis Lumière.
10. The Tibetan Book of the Dead. Trata-se da primeira transcrição completa, editada pela Penguin Books em 2005. O livro foi-me oferecido e é muito bonito, com capa dura e boas ilustrações, além de um comentário introdutório do Dalai Lama. Será que o li na altura errada?

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