domingo, junho 29, 2008

por muito que reescrevam a História, os pixeis ardem mal...


a caixa de comentários do post anterior é um bom exemplo do que é uma enciclopédia «anarca». Quanto ao link para uma entrada da dita, o texto mudou mas continua a ser um plágio. Excepto o último parágrafo, que simplesmente não tem sentido (só o teria, aliás, com uma argumentação verdadeiramente enciclopédica...). O pormenor da bibliografia torna tudo mais grosseiro e aquilo do «esboço», depois desta história, lembra-me o blog do L F Menezes...

A foto é sacada de O Jumento e é só para ver se o Bruno volta a escrever....

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7 Comments:

Anonymous Manuel Anastácio disse...

A Wikipédia não é uma enciclopédia.

Quanto às críticas ao artigo: plágio ainda? Por que razão?

Quanto ao último parágrafo, vou pensar no assunto.

Grato pela resposta.

8:31 da tarde  
Anonymous Manuel Anastácio disse...

Aliás, não compreendo porque é que a apresentação das referências bibliográficas torna ainda tudo mais grosseiro.

Confesso que a minha inteligência não iluminada não me permite compreender o alcance das suas críticas. Mas gostaria muito de aprender com elas, se tivesse a gentileza de me elucidar.

8:36 da tarde  
Anonymous Manuel Anastácio disse...

Talvez se prenda à fiabilidade das próprias fontes bibliográficas utilizadas. Pensando bem, creio que é para isso que aponta o título do post.

Lembro que na Wikipédia aceitamos contribuições de todos. Por isso, se nos apontar outros artigos em que nos possamos basear, estaremos, todos os utilizadores da Internet, gratos por isso.

Chamo ainda a atenção para o facto de que se a Wikipédia serve para veicular versões enganosas da História, o mesmo se passa com a Internet em geral. E mesmo antes da Internet, já o ser humano o fazia.
A verdade sempre foi escrita de forma parcial ou omitida segundo interesses obscuros. Não é o caso daquele singelo "esboço" que não é mais que isso: um texto há espera de ser alterado por quem tenha dados que faltem. Peço desculpa se estou a poluir a caixa de comentários )(já que também entendo deste post que há "comentaristas" mais bem vindos que outros - na wikipédia, todos são bem vindos, desde que venham por bem).

8:47 da tarde  
Anonymous Manuel Anastácio disse...

"à espera" e não "há espera" - peço desculpa pelo erro ortográfico grsseiro.

10:14 da tarde  
Anonymous Manuel Anastácio disse...

"grosseiro" e não "grsseiro"... agora é que vou ser mesmo acusado de poluir a caixa de comentários...

10:15 da tarde  
Anonymous Manuel Anastácio disse...

Só a respeito desta passagem: "Quanto ao link para uma entrada da dita, o texto mudou mas continua a ser um plágio. Excepto o último parágrafo..." - engraçado... esse último parágrafo era aquele que mais se parecia, de facto, com plágio, se fosse a comparar com o texto consultado (e referenciado). Tudo o resto, que considera como plágio, são generalidades dificilmente plagiáveis, já que são as informações mais vulgarmente veiculadas a respeito do autor. Se resultam de uma "reescrita da história" como dá a entender nas entrelinhas do seu post, só me resta esperar para ficar devidamente informado a respeito das fontes que escrevem a história tal como ela é... Assim que ficar informado, se apresentar fontes credíveis, terei gosto em aperfeiçoar o artigo, como tenho tentado (provavelmente mal, não tenho culpa de me deixarem a sós com a minha incompetência), a partir das suas críticas... Aliás: é por causa desta fricção (que para si poderá ser irritante, mas para mim é apenas me espicaça a curiosidade, enquanto me confronta com os meus erros e imperfeições) que a Wikipédia pode ser um excelente meio educativo. Só creio (mas isto sou eu) que esta discussão (ou serão dois monólogos paralelos?) podia estar a decorrer no local próprio: a Wikipédia, que está aberta a todas as críticas.

Resta a pergunta nunca respondida: porque é que há críticos da Wikipédia que nunca apresentam as suas críticas específicas em relação aos artigos na discussão desses mesmos artigos? Para mim, só há uma resposta: por mero preconceito contra um meio de aprendizagem (não de "informação") que não compreendem.

10:53 da tarde  
Anonymous Manuel Anastácio disse...

Confesso que estive a estudar o (invejável) currículo de Carlos Leone e deparei-me com alguém que dizia: "(...)os blogues, que ele criticou numa dada altura, em especial devido aos comentários anónimos colocados nos textos de um blogue. Agora moderou a sua postura e considera que os blogues são um espaço de criação de liberdade em termos de crítica e de edição."

Afinal, ninguém nasce iluminado. É fácil criticar um conceito quando não se entende os seus fundamentos e princípios.

Pior é quando não se dá mostras, sequer, de os querer entender.

11:52 da tarde  

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