segunda-feira, fevereiro 09, 2009

A cova a quem a trabalha

Há poucas semanas, na Assembleia da República, a (des)propósito da forma de cálculo para a idade de reforma, Francisco Louçã falava de um «castigo» imposto pelo governo aos trabalhadores, a obrigação de trabalharem mais dois ou três meses para a reforma.
Este fim de semana, no encontro do BE, Louçã reviu a doutrina: «dois coelhos enfiados numa cova são diferentes de duas notas porque as notas nada fazem, são mero capital, mas os coelhos trabalham» (cito de memória, o original encontra-se aqui). Rico trabalho, sem dúvida. Todo o exercício retórico é, aliás, um primor.

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