terça-feira, outubro 14, 2008

Saúde pública, bem público

Uma notícia clara, para variar. Além do debate que dará em certos locais (como este blog), louve-se o espírito republicano da iniciativa referendária. É que, se as questões de justiça são as que mais uniformemente atravessam os vários sectores da sociedade, as questões médicas radicais (de vida ou de morte, literalmente) são as que mais reclamam decisões colectivas. O acto médico, aqui (como no caso do aborto), tem não só uma integridade própria mas além disso um valor social que tem de ser atendido antes de tudo o mais. Tem toda a razão o proponente da iniciativa ao afirmar que todos os partidos políticos devem dizer o que pensam (mesmo que seja ainda de forma provisória) na campanha para as eleições de 2009.

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